• ONTOCRACIA
    Um Novo Começo
  • Qual é a necessidade de controlar?

    Qual é a fonte da violência?

    Estas são duas perguntas que surgem neste momento que estamos a passar. Um momento desafiante, mas necessário sem sombra de dúvida. Estamos a ser postos à prova e não adianta querer passar pelas gotas da chuva sem nos molharmos. Não vai acontecer.

    É importante percebermos que quanto mais tentarmos controlar a situação, mais vai crescer o descontrolo e mais vai aumentar a violência.

    Todo e qualquer controlo é apenas uma forma de supressão, uma forma de resistência e uma forma de imitação. Tentamos suprimir o vírus e resistir à sua passagem através do controlo das populações seguindo modelos desajustados, sem nexo e com discursos e decisões a roçar a idiotice. Está meio mundo focado nos problemas e não na solução. A solução não está no confinamento, não está nas máscaras, não está no controlo.

    Tudo isto é apenas uma atitude refletida de quem nos controla. É uma atitude “sábia” dos governos que pretendem juntar e manipular a manada para atingirem determinados fins. Estes sim, estão focados na solução. A solução para os seus problemas passa pelo controlo das massas e pela aniquilação da liberdade. Não devemos esquecer que os governos não são mais do que marionetas nas mãos dos grandes grupos económicos e dos chamados “donos do mundo”, que dominam o poder multiplicador (dinheiro, imóveis, fábricas, ações, bens, etc.).

    Se repararem, a falta de liberdade dos cidadãos é sempre justificável através dos mecanismos que tão bem sabem usar. O estado de emergência é um deles e basta meia dúzia de iluminados para o decretar. Tudo em prol do nosso bem-estar.

    Outra forma de nos controlarem é através da contradição. Agora é assim, amanhã é assado e depois é cozido. Provocar uma batalha entre o que devemos fazer e o que não devemos fazer faz parte da agenda dos controladores. Eles querem dividir as massas para que as possam controlar. Como ninguém se entende, então, o melhor é seguir as indicações dos organismos “superiores”.

    Os governos estão focados em provocar a dependência. Dependência do estado. As massas passam a depender do que lhes dizem e dos recursos que eles acham que devem disponibilizar. Vemos isso a toda a hora. Estatísticas e mais estatísticas com números cozinhados a bel-prazer que servem o fim a que se propõem.

    A consequência disto tudo é alimentar as nossas inseguranças. A insegurança leva-nos à dependência e ao controlo. Estamos presos e não sabemos como sair do esquema montado.

    A desordem é criada pelos estados como forma de criação de uma nova ordem e nós caímos que nem patinhos. No entanto, se não houver quem nos controle, será que também não caímos na desordem total? Um contrassenso, mas como é que nos livramos disto?

    Claro que é importante haver uma ordem, mas não a ordem por imitação do velho, por supressão ou por resistência, ou por um plano desajustado e caduco, ou por um padrão “cozinhado”.

    Se estivéssemos completamente em segurança será que havia necessidade deste controlo?

    Todos precisamos de nos sentir seguros. Então andamos de segurança em segurança e atraímos cada vez mais o controlo. Todos os conflitos que existem, que estão a ser provocados, são uma exigência para a ordem. É o que pretendem. O esquema está montado.

    Então, como chegar à ordem?

    A ordem não é mais do que a compreensão da desordem. A desordem é a procura da segurança nas coisas que inevitavelmente trazem desordem. Os governos estão cá para nos colocarem na ordem. AHAHAHAHAHA.

    O importante não é o que vamos fazer, mas o estado a partir do qual o estamos a fazer. Nós estamos a partir do estado daquilo que foi, daquilo que é a experiência, do conhecido, daquilo que sempre nos disseram, dos modelos existentes, etc. Isso leva ao desastre. Estamos sempre a procurar a segurança no passado. A ação está sempre de acordo com o passado. Depois admiramo-nos quando nos dizem: “a história repete-se”.

    Não é de admirar que o cerco esteja montado. Nunca esteve tão controlado como agora. Só não controlam mais porque não podem. A nova vacina que aí vem é mais um mecanismo de controlo. Tudo em prol da sua segurança, não se esqueça disso. O problema é que o controlo exacerbado leva, sem margem para dúvida, ao descontrolo e à insegurança.

    Não tenham dúvidas: a “história repete-se”. Os opressores sabem muito bem qual é a solução. Se recorrermos à história, sabemos perfeitamente onde é que isto vai dar, se nada fizermos. Descontrolo e violência.

    Não pretendo ter razão nem muito menos achar que sou dono da verdade. São tudo reflexões e constatações. O futuro encarregar-se-á do resto.

    Boa reflexão

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